questões da aula anterior
1) o que é monarquia?
2) o que é republica?
3) o que é republica oligárquica?
4) qual é o produto de maior exportação nesse período? e de onde ele veio?
A REPUBLICA E A GUERRA DE CANUDOS
Olá meus alunos, estamos caminhando pelos caminhos da história do Brasil. Vimos a proclamação da Republica de 1889, golpe militar, os militares tomam o poder e manda Dom Pedro II e família embora do Brasil. Então, de 1891 à 1894 temos A REPUBLICA DA ESPADA, por causa que os dois presidentes são militares, Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto.
Falamos que em 1891 tem a Constituição do Brasil, que uma das coisas é o voto aberto para alfabetizados maiores de 21 anos. Não votava mulher, mendigo, analfabeto e soldado. Assim surgiu o voto do Cabresto. Então, vamos rever, como na ultima aula, a caricatura do Zé do burro. O que a gente vê? Vê um burro segurando um livrinho na mão, puxando por um politico, logo, o Zé do Burro vai votar no candidato que o coronel quiser. E, atrás da urna uma mulher assustada, com o dizer SOBERANIA.
BOM, em 1895 à 1898, temos o primeiro presidente civil eleito pelo voto popular do Brasil, Prudente de Morais. Aqui iniciou a famosa política café com leite, ou seja o estado de São Paulo e o estado de Minas Gerais vão revezar no Brasil por quase 30 anos.
E, também é nesse período que ocorrei no NORDESTE BRASILEIRO UMA DAS MAIORES SECAS DA NOSSA HISTÓRIA, muito sertanejo passando fome e sede.
Nesse cenário de desolação surge um homem, Antônio Conselheiro, ou seu nome Antônio José Mendes Maciel. Muitos chamaram de: louco, fanático, traidor, ignorante e arruaceiro. Mas, será? Bem, ele nasceu no ceará, em Quixeramobim, em 1828. Aos seis anos fica órfão de mãe. Seu pai casa-se de novo e ele é muito maltratado pela madrasta. Mas, com toda essa dificuldade ele aprende ler e escrever, aprende matemática, geografia, latim e francês.
Então, depois desse chifre, Antonio Conselheiro vai
perambular pelo sertão nordestino. Conhecia de perto o sofrimento do povo,
entra em contanto intimo com a miséria do povo, com a fome, e a sede. Andando
por Pernambuco, Alagoas, Sergipe até chegar à Bahia.
Nessas andanças, vai construindo cemitérios e igrejas a mando
dos padres. E a imagem externa fica era: uma bata azul, barbas grisalhas,
alpercatas e um bordão. Come pouco, frutas e verduras.
E prega. Embora sua pregação seja católica, ela divergia dos
outros padres porque ficava do lado do povo simples, do sertanejo. Pregava contra
os desmandos e brutalidades dos coronéis baianos, e declarava que a salvação
viria pelas suas obras e declama os evangelhos em latim. Discursa vibrando o bordão e logo é preso,
por suas palavras. Mas, é solto em 1876.






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